SR. JUEZ (Ficción moderna y contemporanea)
LA MIDA DELS NANS (Ficción moderna y contemporanea)
IDENTITATS CONTEMPORÀNIES: CATALUNYA I ESPANYA (Ficción moderna y contemporanea)
PETIT LLIBRE DE LA SAVIESA ORIENTAL, EL (Ficción moderna y contemporanea)
LA DROGA + DURA II (Ficción moderna y contemporanea)
ACADEMY CORRUPT OF HOLLYWOOD 1994 (Ficción moderna y contemporanea)
HAPPY HIPPO (Ficción moderna y contemporanea)
L’ANY DE LA SERP (Ficción moderna y contemporanea)
ITINERARI GEOLÒGIC DE BANYOLES (Ficción moderna y contemporanea)
UNA MUERTE DULCE (Ficción moderna y contemporanea)
CUENTOS DE MI CABEZA (Ficción moderna y contemporanea)
TRAS LOS PASOS DE RIPLEY (Ficción moderna y contemporanea)
EL GRITO DEL ECO (Ficción moderna y contemporanea)
Año 2040. Como consecuencia de la situación política en el país, Carla se ve obligada a emprender un nuevo rumbo tras el arresto de su padre. Todo cuanto sabe sobre su futuro más próximo se reduce al trozo de papel que lleva en el bolsillo. La dirección anotada en él la conducirá hasta la ciudad de Baeza, donde se pondrá manos a la obra para averiguar qué ha sido de su padre. En el transcurso de su indagación, alguien con quien se cruza cobrará una relevancia muy especial en su vida, al tiempo que descubre una realidad en la que nada es lo que aparenta ser.
Año 2040. Como consecuencia de la situación política en el país, Carla se ve obligada a emprender un nuevo rumbo tras el arresto de su padre. Todo cuanto sabe sobre su futuro más próximo se reduce al trozo de papel que lleva en el bolsillo. La dirección anotada en él la conducirá hasta la ciudad de Baeza, donde se pondrá manos a la obra para averiguar qué ha sido de su padre. En el transcurso de su indagación, alguien con quien se cruza cobrará una relevancia muy especial en su vida, al tiempo que descubre una realidad en la que nada es lo que aparenta ser.BOLA DE SEBO E OUTROS CONTOS (Ficción moderna y contemporanea)
Gustave Flaubert, depois de rever as provas de Bola de sebo escreveu: «O conto do meu discípulo é umha obra prima, mantenho o que digo, umha obra prima de composiçom, de comicidade, de observaçom». E augurou: «Este pequeno conto permanecerá». Quando a obra foi publicada dentro do livro As veladas de Médan, a crítica conservadora qualifi cou-na de medíocre, estúpida, grosseira, desavergonhada e mesmo de mal escrita. Quase século e meio mais tarde Bola de sebo é considerado um dos relatos mais perfeitos da história da literatura e Guy de Maupassant, um dos melhores contistas de todos os tempos. Assi, Borges, que dizia de si mesmo: «Nom sei se som um bom escritor; mas acredito ser um excelente leitor ou, em todo o caso, um sensível e agradecido leitor», incluía esta obra entre a dúzia de relatos mais memoráveis da literatura universal. As numerosas adaptaçons cinematográfi cas de que foi objeto, como Bola de Sebo (1946) do francês Christian Jacque, Pyshka (1934) do ruso Mikhaïl Romm, Oyuki, a virgem (1935) do japones Kenji Mizoguchi ou A diligência (1939) do estadunidense John Ford, que elevou o western à categoría de arte, confi rmam a sua universalidade. Através dos contos, realistas ou fantásticos, que revelam umha extraordinária destreza narrativa, Guy de Maupassant construiu um mundo literário de grande originalidade e força dramática que conserva o vigor apesar do tempo transcorrido, como demonstra o êxito das suas adaptaçons televisivas em France 2, de 2007 a 2009, com umha audiência de mais de oito milhons de espetadores. Essa capacidade de ser contemporáneo de todas as épocas, de suscitar o interesse de umha geraçom após outra, ainda que as interpretaçons podam diferir, é o que caracteriza um clássico. Os relatos recolhidos neste livrinho estám feitos para ser lidos de umha só vez, como um trago denso e intenso que permanece no paladar.
Gustave Flaubert, depois de rever as provas de Bola de sebo escreveu: «O conto do meu discípulo é umha obra prima, mantenho o que digo, umha obra prima de composiçom, de comicidade, de observaçom». E augurou: «Este pequeno conto permanecerá». Quando a obra foi publicada dentro do livro As veladas de Médan, a crítica conservadora qualifi cou-na de medíocre, estúpida, grosseira, desavergonhada e mesmo de mal escrita. Quase século e meio mais tarde Bola de sebo é considerado um dos relatos mais perfeitos da história da literatura e Guy de Maupassant, um dos melhores contistas de todos os tempos. Assi, Borges, que dizia de si mesmo: «Nom sei se som um bom escritor; mas acredito ser um excelente leitor ou, em todo o caso, um sensível e agradecido leitor», incluía esta obra entre a dúzia de relatos mais memoráveis da literatura universal. As numerosas adaptaçons cinematográfi cas de que foi objeto, como Bola de Sebo (1946) do francês Christian Jacque, Pyshka (1934) do ruso Mikhaïl Romm, Oyuki, a virgem (1935) do japones Kenji Mizoguchi ou A diligência (1939) do estadunidense John Ford, que elevou o western à categoría de arte, confi rmam a sua universalidade. Através dos contos, realistas ou fantásticos, que revelam umha extraordinária destreza narrativa, Guy de Maupassant construiu um mundo literário de grande originalidade e força dramática que conserva o vigor apesar do tempo transcorrido, como demonstra o êxito das suas adaptaçons televisivas em France 2, de 2007 a 2009, com umha audiência de mais de oito milhons de espetadores. Essa capacidade de ser contemporáneo de todas as épocas, de suscitar o interesse de umha geraçom após outra, ainda que as interpretaçons podam diferir, é o que caracteriza um clássico. Os relatos recolhidos neste livrinho estám feitos para ser lidos de umha só vez, como um trago denso e intenso que permanece no paladar.











