DIEZ AÑOS DE EDUCACIÓN EN ESPAÑA (1978-1988) (PANIAGUA FUENTES, FRANCISCO JAVIER)

ALMANAQUE DE LA INQUISICIÓN. (FACS.) (MOTÍN, EL)

LA MIRADA DEL 98 (ESPAÑA. MINISTERIO DE EDUCACIÓN Y CULTURA. SUBDIRECCIÓN GENERAL DE PROMOCIÓN BELLAS ARTES)

LA HISTORIA DE LEÓN (AA.VV.)

CONGRESO INTERNACIONAL DE HISTORIA Y CULTURA EN LA FRONTERA . 1ER ENCUENTRO DE LUSITANISTAS ESPAÑOLES. (CÁCERES, 10, 11 Y 12 DE NOVIEMBRE DE 1999) (CONGRESO INTERNACIONAL DE HISTORIA Y CULTURA EN LA FRONTERA (1º. 1999. CÁCERES))

LOS ARZOBISPOS DE TOLEDO Y LA UNIVERSIDAD ESPAÑOLA (VV. AA.)
Catálogo de la Exposición del mismo título, que tuvo lugar en la Iglesia de San Pedro Mártir de Toledo, entre los días 5 de marzo y 3 de junio, organizada por la UCLM. ÍNDICE: 1. J. Carlos Vizuete Mendoza: Claves de Interpretación; 2. Fernando Llamazares Rodríguez: San Pedro Mártir, escenario de la Exposición; 3. Ángel Fernández Collado: El Arzobispo, Pastor y Maestro; 4. Ángel Fernández Collado: Mecenazgo universitario de los arzobispos de Toledo; 5. José Manuel Cuenca Toribio: Los prelados de Toledo en la Edad Contemporánea; 6. Julio Martín Sánchez: El Toledo de la Exposición. El mecenazgo artístico de los arzobispos de Toledo. CATÁLOGO (116 piezas expuestas).LAS DOS ESPAÑAS SE ENFRENTAN . LO DESCONOCIDO DEL ALZAMIENTO (1936) (CIERVA, RICARDO DE LA)

EL EJÉRCITO Y LA ARMADA EN 1898

DON CECILIO DE TRIANA Y LAS FIESTAS DE SEVILLA (VALLECILLO LÓPEZ, JOSÉ)

ACTAS CONGRESO CASTELAO . (SANTIAGO DE COMPOSTELA, 24-29 NOVEMBRO 1986) (CONGRESO CASTELAO (1986. SANTIAGO DE COMPOSTELA) / BERAMENDI, JUSTO G. / VILLARES, RAMÓN )

A CORTE DE ALFONSO V: O TEMPO E OS HOMENS (BAQUERO MORENO, HUMBERTO / VAZ DE FREITAS, ISABEL)
A Corte de Afonso V: o Tempo e os Homens pretende remeter o leitor para uma Idade Média preenchida de um espirito de cruzada na qual os monarcas da Europa da altura lutavam pelas experiências da guerra e da disputa, cujo principal objectivo era a conquista de novas terras. Afonso V, homem do seu tempo, descendente da Ínclita Geração não foge à regra. Educado por D. Pedro e D. Henrique cresceu no seio de um desejo, de uma questão de honra: conquistar Marrocos. O navegador transmitiu-lhe toda a sabedoria do mar e a necessidade de continuar a sua tarefa de conquista do Atlântico. Como homem viveu uma intensa paixão que cedo terminou com a morte da sua rainha. D. Isabel, companheira de infância e de juventude proporcionou-lhe momentos de agradável companheirismo. Mas os homens que o rodeavam não permitiram o continuar desses momentos. Cedo compreendeu que devia rodear-se de homens da sua confiança para poder manter o seu desempenho e o seu principal objectivo enquanto rei. Em breve os sentimentos de cavalaria casta tomaram conta da sua vida e em breve a sua força o levou à conquista de África. Companheiros fieis de armas acompanharam-no e deram a vida por momentos de um sentido ideal. Cansado e desgastado deixa aos seus filhos, D. João e D. Joana, um reino em expansão e uma cultura que fomentou como descendente de D. João I e de D. Filipa de Lencastre.


